O ex-jogador nega as acusações e se diz usuário de maconha. Ontem, o advogado Sidney Gonçalves, defensor de Edinho, entrou na 1ª Vara Criminal de Praia Grande - mesma comarca que autorizou as escutas telefônicas e os mandados de busca e apreensão cumpridos pelo Denarc - com pedido de liberdade provisória para o cliente. Para convencer o juiz, Gonçalves alega que, se Edinho receber a liberdade provisória, seguirá para uma clínica especializada no tratamento de dependentes de drogas.
Se o pedido do advogado de Edinho não for concedido pela Justiça, ele também deverá ser levado para alguma unidade do sistema prisional. Segundo a polícia, Edinho teria diploma de um curso superior feito no exterior, mas o documento não tem validade no País - assim, ele não tem direito a prisão especial enquanto aguardar o julgamento definitivo do caso.
- Lancepress!


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