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USP lança banco com 11 mil imagens de biologia marinha

19 de outubro de 2011 14h44 atualizado às 14h45

As fotos e vídeos são destinadas a pesquisadores, estudantes e o público em geral. Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

As fotos e vídeos são destinadas a pesquisadores, estudantes e o público em geral
Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

A Universidade de São Paulo (USP) lançou um banco de dados com mais de 11 mil fotos e 260 vídeos do Centro de Biologia Marinha (Cebimar). O Cifonauta (cifonauta.cebimar.usp.br) é destinado a pesquisadores, estudantes e ao público em geral.

De acordo com a USP, o projeto criado pelos pesquisadores Álvaro Esteves Migotto e Bruno Vellutini precisou de dois anos para a montagem do processo referente ao banco de imagens, entre o início das programações e as fases de teste em sistema fechado. O conteúdo apresenta referências bibliográficas, com uma ficha técnica do organismo contendo seu tamanho, local de origem e nome científico, por exemplo.

A estrutura de buscas se dá por meio de diversos marcadores ou pela classificação taxonômica - divisão por reino, filo, classe, até chegar à espécie desejada.

O conteúdo do banco está sob a licença de uso Creative Commons, que permite a divulgação desde que dados os devidos créditos do trabalho e que seja utilizado para fins não comerciais, sem necessidade de pedir autorização para isso.

As fotos veiculadas no banco de imagens são feitas com diversas técnicas. Normalmente câmeras digitais são acopladas em microscópios ópticos ou eletrônicos, dependendo do organismo fotografado, podendo ser aumentada a resolução em até mil vezes.

Outra técnica, pouco utilizada por ter um custo bastante elevado, consiste no uso de um microscópio eletrônico de varredura (MEV), utilizando-se de um feixe de elétrons para realizar a fotografia, por meio de um processo altamente sofisticado.

"Temos uma costa oceânica imensa e conhecemos muito pouco sobre ela. É neste sentido que as imagens são bons instrumentos de divulgação para a biologia marinha, pois despertam a curiosidade e a reflexão sobre a enorme diversidade dos oceanos", disse Vellutini à Agência Fapesp.

EcoDesenvolvimento
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  1. A Universidade de São Paulo (USP) lançou um banco de dados com mais de 11 mil imagens e 260 vídeos  Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

    A Universidade de São Paulo (USP) lançou um banco de dados com mais de 11 mil imagens e 260 vídeos

    Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

  2. As imagens do Cifonauta, como é chamado o banco, foram feitas por especialistas do Centro de Biologia Marinha (Cebimar) da universidade  Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

    As imagens do Cifonauta, como é chamado o banco, foram feitas por especialistas do Centro de Biologia Marinha (Cebimar) da universidade

    Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

  3. As fotos e vídeos são destinadas a pesquisadores, estudantes e o público em geral  Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

    As fotos e vídeos são destinadas a pesquisadores, estudantes e o público em geral

    Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

  4. O banco de imagens pode ser acessado pelo endereço cifonauta.cebimar.usp.br  Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

    O banco de imagens pode ser acessado pelo endereço cifonauta.cebimar.usp.br

    Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

  5. O projeto foi criado pelos pesquisadores Álvaro Esteves Migotto e Bruno Vellutini  Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

    O projeto foi criado pelos pesquisadores Álvaro Esteves Migotto e Bruno Vellutini

    Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

  6. Segundo os cientistas, foram dois anos para deixar o banco de dados pronto  Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

    Segundo os cientistas, foram dois anos para deixar o banco de dados pronto

    Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

  7. Fotos microscópicas também podem ser achadas  Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

    Fotos microscópicas também podem ser achadas

    Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

  8. Temos uma costa oceânica imensa e conhecemos muito pouco sobre ela. É neste sentido que as imagens são bons instrumentos de divulgação para a biologia marinha, pois despertam a curiosidade e a reflexão sobre a enorme diversidade dos oceanos, disse Vellutini, em entrevista à agência Fapesp  Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

    "Temos uma costa oceânica imensa e conhecemos muito pouco sobre ela. É neste sentido que as imagens são bons instrumentos de divulgação para a biologia marinha, pois despertam a curiosidade e a reflexão sobre a enorme diversidade dos oceanos", disse Vellutini, em entrevista à agência Fapesp

    Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

  9. Imagem mostra detalhe de esponja marinha  Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

    Imagem mostra detalhe de esponja marinha

    Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

  10. Esta fotografia mostra uma porpita (Porpita porpita), um hidrozoário (assim como as águas-vivas) colonial que vive na superfície do mar  Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

    Esta fotografia mostra uma porpita (Porpita porpita), um hidrozoário (assim como as águas-vivas) colonial que vive na superfície do mar

    Foto: Alvaro E. Migotto/Cifonauta/Divulgação

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