A principal crítica do prefeito foi quanto aos gastos do Executivo Federal. César Maia citou os gastos com as residências do gabinete do presidente e a criação de cargos de comissão para militantes
"O que estão fazendo com o estado em nível federal, colocando a máquina do partido dentro da máquina do governo, é o que nos anos 30 se chamava de Estado Total. Estado Total é a Alemanha nazista", afirmou.
Maia acusou também o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, de "faltar com a verdade". Segundo o prefeito, ele foi procurado pelo então ministro das Comunicações Miro Teixeira, e pelo ministro da Fazenda, Antonio Palocci, pedindo apoio para a aprovação de projetos na Câmara Federal, com a promessa de liberação de recursos junto ao Bird. Maia afirmou que apesar de seu apoio, o recurso nunca foi liberado.
Conforme sua assessoria de imprensa, Maia é o prefeito que mais ficou à frente da prefeitura do Rio até hoje, posto ocupado até então por Henrique Dodswoth, que governou a cidade entre 1937 e 1945.
Redação Terra