Caldo-de-cana pode ter contaminado 50 mil em SC

24 de março de 2005 • 10h53 • atualizado às 10h53

Mais de 50 mil pessoas podem ter consumido caldo-de-cana in natura na região nordeste de Santa Catarina durante o mês de fevereiro. A informação é da a diretora da Vigilância Epidemiológica do Estado, Raquel Bittencourt.

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    O estado está em alerta para o crescimento de casos de pessoas contaminadas pelo protozoário trypanossoma cruzi, hospedeiro do barbeiro, causador da doença de Mal de Chagas, e que pode estar presente nas canas utilizadas para a fabricação da bebida.

    Há a suspeita de que o consumo do suco esteja provocando mortes no estado. Até o momento, seis óbitos já foram registrados e 30 contaminações foram confirmadas. A suspeita ocorre porque o mês de fevereiro reúne grande quantidade de turistas no estado, principalmente nas praias localizadas na região nordeste catarinense.

    As suspeitas da contaminação estão centradas nos municípios de Itajái, Joinville, Jaraguá do Sul, Navegantes, Penha, Garuva, Balneário Camboriú, Camboriú, Piçarras, Barra Velha, Araquari, Barra do Sul, Itapema, São Francisco do Sul e Itapoá.

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