Corpo de vítima de queda de ponte PR-SP é retirado

26 de janeiro de 2005 • 03h14 • atualizado às 03h14
A imagem superior mostra a estrutura da ponte antes do desabamento, e abaixo o trecho interrompido Foto: Terra
A imagem superior mostra a estrutura da ponte antes do desabamento, e abaixo o trecho interrompido
26 de janeiro de 2005
Foto: Terra

O corpo do caminhoneiro, que morreu no desabamento de parte da ponte na rodovia Régis Bittencourt (BR-116), que liga Paraná a São Paulo, foi retirado hoje à tarde por equipes de resgate, que começaram uma operação varredura no fundo da represa para localizar outras possíveis vítimas.

Com a queda da ponte na noite de ontem, dois caminhões se envolveram num acidente e um dos veículos acabou caindo na represa. O motorista do outro caminhão, a mulher e a criança de 4 anos conseguiram se salvar de uma queda a uma altura de 40 metros.

A reconstrução da ponte, que caiu na noite de ontem, por volta das 23h, deve levar seis meses para ser concluída. As informações são do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Trânsito (Dnit).

O desabamento ocasionou também problemas na comunicação com a rede de telefonia, afetando os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, parte do Paraná e São Paulo com o restante do País. Segundo a Brasil Telecom, o conserto na linha foi concluído no início da tarde.

O tráfego já foi liberado nas duas mãos na outra ponte que liga São Paulo a Paraná.

Rotas alternativas
O motorista que estiver em São Paulo deve seguir pela rodovia Castello Branco, até Tatuí, pegar a estrada para Itapetininga em direção a Itararé, Jaguariaiva, Ponta Grossa, chegando ao destino Curitiba.

Para voltar a São Paulo são as mesmas orientações, porém no sentido contrário: Ponta Grossa, Jaguariaiva, Itararé, Itapetininga até Tatuí, para pegar rodovia a Castello Branco.

A fila de trânsito para atravessar a ponte São Paulo-Paraná, que foi liberada para os dois sentidos, é de 15 a 16 quilômetros e o tempo médio para atravessá-la é de quase quatro horas. O percurso na BR 116 é de 400 quilômetros, e, se o motorista optar pelas rotas alternativas, o percurso aumenta em 300 quilômetros. A expectativa da Polícia Rodoviária é que, no início da noite, o trânsito melhore.

Redação Terra
 
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