"Nós achamos que no mundo que vem aí, o mais importante é garantir o direito de se expressar. Concordando ou não concordando com as conclusões do fórum, divergindo ou não, o importante é que neste mundo diverso, neste mundo plural, seja assegurado o direito de essas vozes e esse pensamento se expressar", disse o prefeito, à saída do evento."
O prefeito pediu aos conselheiros que avaliem a possibilidade de manter o evento em Porto Alegre. "A gente não pode alterar aquilo que é da natureza do fórum. Ele é mundial e muitas vezes itinerante. Esteve na Índia e já está destinado a ir para a África", afirmou. Para ele, Porto Alegre deve ser mantida como a grande referência, a origem. "E que nesses intervalos ele sempre seja realizado na nossa cidade", disse.
Esta é a primeira vez que o Fórum Social Mundial se realiza na capital gaúcha, após a derrota do Partido dos Trabalhadores (PT), que governou o município por 16 anos.
O governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, não participou do encontro com os membros do Conselho Internacional. Ele enviou como representante o secretário de Coordenação e Planejamento, João Carlos Brum Torres. Segundo o porta-voz do governador, ele deve participar da coletiva de abertura do Fórum Social Mundial, prevista para o dia 26.
Agência Brasil