A medida relativa aos hospitais federalizados não permitirá mais que servidores municipais sejam transferidos para estes estabelecimentos quando houver falta de pessoal. Cinco hospitais e 15 postos de saúde serão afetados pelo ato.
Maia também publicará ato determinando a convocação extraordinária da Câmara, entre os dias 4 e 19 de janeiro, para votar dez projetos de lei prioritários. A convocação foi justificada pela necessidade de apreciação urgente de projetos essenciais à gestão da cidade e à execução das obras relativas à infra-estrutura dos Jogos Pan-Americanos de 2007.
O terceiro ato cria a Assessoria Especial do Gabinete do prefeito, que asssumirá a responsabilidade do eventos coordenados hoje pela Riotur. O último decreto convoca uma reunião com empresários para discutir as Parcerias Público Privadas.
No final da tarde, às 17h, Maia empossa o secretariado municipal no Palácio da Cidade. César Maia (PFL) foi prefeito do Rio entre 1993 e 1996 pela primeira vez. Em 2000, ele voltou a ser eleito e, nas últimas eleições, teve vitória já no primeiro turno sobre Marcelo Crivela (PL).
Maia nega problemas em réveillon
Maia negou que problemas tenham atrapalhado o tradicional espetáculo do réveillon carioca. O prefeito afirmou que "a fumaça foi mais bonita que os fogos", em referência à enorme nuvem de fumaça que cobriu o céu logo após o início da queima. Cesar Maia chegou a dizer que viu imagens na fumaça produzida pela combustão dos fogos, que provocou vaia da população. Ele negou que tenham ocorrido problemas em uma das balsas que participou da queima e disse que as vaias foram uma demonstração do espírito carioca.
Redação Terra