Conforme os dados, de 1988 até 1995 o ritmo de crescimento da epidemia mostrou um forte aumento. Neste período, as mortes por aids aumentaram 6,2 vezes, atingindo o patamar mais elevado, com 7.739 óbitos.
Em 1996, com a introdução da terapia anti-retroviral no Brasil, esta tendência se reverte. Até 1998, o número de mortes diminuiu 41%, chegando a 4.591. Nos próximos 5 anos, até 2003, a retração chegou a 21%.
A pesquisa mostra também que, em 2003, a aids foi a 12ª causa de morte entre os homens, e a 15ª entre as mulheres. Em 1988, observavam-se 6,8 casos fatais entre homens para cada morte entre mulheres. A cada ano, esta razão se reduz, atingindo um índice de 2,3 homens para cada mulher, em 2003.
Dados do Programa Estadual de aids, da Secretaria de Estado da Saúde, indicam que houve redução também no número de pessoas contaminadas pela doença.
Redação Terra