inclusão de arquivo javascript

 
 

PPS lança pré-candidatura de Soninha ao governo de SP

23 de agosto de 2009 13h24 atualizado às 15h33

Soninha tentou a prefeitura de São Paulo em 2008. Foto: Vanessa Carvalho/Futura Press

Soninha tentou a prefeitura de São Paulo em 2008
Foto: Vanessa Carvalho/Futura Press

Peter Fussy

Direto de São Paulo


A ex-vereadora e atual subprefeita da Lapa, Soninha Francine, lançou neste domingo sua pré-candidatura ao governo do Estado de São Paulo pelo PPS. O evento que marcou o lançamento ocorreu na capital paulista com a presença do presidente nacional do partido, Roberto Freire, deputados, vereadores e também teve a filiação simbólico do jornalista José Hamilton Ribeiro.

Depois de concorrer à prefeitura de São Paulo e conseguir cerca de 4% dos votos em 2008, Soninha diz que o passo é grande, mas espera contribuir para o próximo debate eleitoral. Soninha foi apresentadora de TV e se elegeu vereadora pelo PT em 2004, tendo migrado para o PPS em meio ao mandato.

"Não achava sequer que seria candidata à prefeitura porque o processo de escolha dentro do partido envolve uma construção cheia de concessões e eu sou muito rigorosa com relação a isso. Não pretendia disputar essa eleição, mas exatamente a experiência de ser candidata a prefeita me deu ânimo para concorrer ao governo do Estado", disse.

"Havia muita pressão para eu sair como deputada federal, porque havia indicativo que eu certamente entraria, mas eu quero trabalhar no Poder Executivo. Participar da disputa eleitoral em si já é muito importante, te dá a chance de discutir o governo e a política como a eleição para parlamentar não dá", afirmou Soninha depois de tirar fotos ao lado de um painel em que grafiteiros desenhavam o seu rosto.

Roberto Freire defendeu que a pré-candidatura de Soninha não é apenas para tapar buraco e imputou na ex-vereadora uma capacidade de renovar as esperanças dos eleitores. "Não é lançar candidato apenas para ter um número, mas para a Soninha poder ocupar um espaço entre aqueles eleitores que já desacreditam na política", disse Freire.

Redação Terra