Jornal: aula de história mostraria fraude em Fundação Sarney

11 de julho de 2009 • 19h24 • atualizado às 19h24

Uma empresa varejista de artigos de vestuário, a Sousa Premiere, aparece como prestadora de serviço de um curso de história da arte para a Fundação Sarney, de São Luís (MA). De acordo com o Estado de S. Paulo de domingo, o curso foi pago com parte do dinheiro de um convênio com a Petrobras, de R$ 1,3 milhão, para digitalizar o museu do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

Ainda segundo a publicação, o projeto não saiu do papel e a Sousa Premiere seria mais uma das empresas fantasmas na prestação de contas da fundação para projeto cultural.

No endereço fornecido pela empresa à Receita Federal, há uma residência na praia de Araçagi, distante 35 minutos de São Luís. Na casa, segundo o Estado de S. Paulo, mora o dono da Sousa Premiere.

O diretor da fundação, José Carlos Sousa Silva, afirmou desconhecer o proprietário da empresa, Adão Jesus de Sousa.

Redação Terra
 
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