PE: polícia paga R$ 2 mil por dados de assassino de advogada

06 de julho de 2009 • 20h32 • atualizado às 20h32
 A descrição levou a polícia a identificar o suspeito como um ex-presidiário que teria cerca de 30 anos Foto: Divulgação
A descrição levou a polícia a identificar o suspeito como um ex-presidiário que teria cerca de 30 anos
04 de julho de 2009
Foto: Divulgação

Alexandra Torres

Direto do Recife


O disque-denúncia de Pernambuco está oferecendo R$ 2 mil reais de recompensa para quem der informações sobre o paradeiro do acusado de matar a advogada trabalhista Karina Lígia Cruz Amorim, 40 anos, assassinada na última quinta-feira. A Polícia Civil divulgou um retrato falado do suspeito e, através de denúncias, conseguiu o nome do acusado. Qualquer informação pode ser repassada para o telefone (81) 3421-9595.

A advogada Karina Lígia Cruz Amorim foi morta dentro do próprio escritório, no município de Igarassu, região metropolitana do Recife. O suspeito teria chegado ao local se passando por um cliente e perguntado pela advogada. Ao atender o chamado, Karina foi baleada com dois tiros a queima roupa.

Durante as investigações, a polícia encontrou um bilhete com ameaças à advogada dentro do escritório. Impressões digitais foram recolhidas pelos peritos. Segundo a polícia, Karina participou de uma audiência no prédio da Justiça do Trabalho, em Igarassu, na manhã de quinta-feira. Pouco tempo depois, ao retornar ao escritório, teria ocorrido o assassinato.

Desde sexta-feira, quatro denúncias foram feitas ao disque-denúncia, que as repassou para o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Com elas, foi possível identificar a ficha do suspeito no banco de dados da Secretaria de Defesa Social, onde foi comprovado que o retrato falado é semelhante à fotografia encontrada nos arquivos.

Redação Terra
 
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