Defesa de Maroni diz que pedirá liberdade do empresário no TJ

01 de julho de 2009 • 16h06 • atualizado às 16h13
 empresário Oscar Maroni Filho, proprietário da boate Bahamas, é transferido do 23º Distrito Policial Perdizes Seccional Oeste para a 40º DP, em São ... Foto: Euler Paixão/Futura Press
empresário Oscar Maroni Filho, proprietário da boate Bahamas, é transferido do 23º Distrito Policial Perdizes Seccional Oeste para a 40º DP, em São Paulo
01 de julho de 2009
Foto: Euler Paixão/Futura Press

A defesa do empresário Oscar Maroni Filho, que foi preso novamente na noite desta terça-feira sob a acusação de manter casa de prostituição, informou nesta quarta-feira que deve entrar com pedido de liberdade de seu cliente no Tribunal de Justiça de São Paulo.

Maroni foi preso em audiência ontem à noite, no Fórum da Barra Funda, após ser ouvida uma testemunha, ex-namorada do empresário, que apresentou uma gravação que fez pelo telefone com Maroni - o que é diferente de grampo autorizado pela Justiça.

Segundo o promotor de Justiça José Carlos Blat, a gravação mostra Maroni negociando com uma prostituta para que ela trabalhasse para empresários. Ela ganharia de R$ 2 mil a R$ 3 mil por programa.

Segundo o advogado José Thales Solon de Mello, o habeas-corpus deve ser impetrado entre hoje e amanhã. Ele alega que não há a necessidade da manutenção da prisão de seu cliente. Maroni ainda responde pelos crimes de formação de quadrilha e tráfico interno de pessoas.

O advogado disse que ainda está elaborando o documento e não quis dar mais detalhes sobre o processo e nem os argumentos que serão usados para contestar a prisão.

Maroni está no 40º Distrito Policial, na Vila Santa Maria, onde ficam presos com formação universitária.

Segunda prisão
Esta é a segunda vez que Maroni vai para a cadeia. Em 2007, o empresário ficou 49 dias preso na carceragem do 13º Distrito Policial.

O mandado de prisão foi expedido pelo juiz Edison Brandão, da 5ª Vara Criminal do Fórum da Barra Funda. Maroni foi inicialmente para o 23º Distrito Policial, em Perdizes, e encaminhado depois para o Instituto Médico Legal (IML), onde faria exames.

Redação Terra
 
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