Braga prestou depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa e foi liberado em seguida
Foto: Grizar Junior/Futura Press
O suspeito de matar a professora Priscila Tavares Ramos, 23 anos, a facadas, no último sábado, em São Paulo, se apresentou na terça-feira à polícia. Carlos Eduardo da Silva Braga, 29 anos, que seria namorado da vítima, confessou o crime, segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP).
Braga prestou depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e foi liberado em seguida. Segundo a SSP, ele não ficará preso, pois, além de não haver flagrante, ele se apresentou espontaneamente à polícia. Ainda de acordo com a SSP, Braga tem residência fixam emprego e não possui antecedentes criminais.
Priscila foi encontrada morta pela Polícia Militar na cozinha da casa onde morava, rua General Asdrubal da Cunha, no Jardim Arpoador, em São Paulo. O corpo apresentava diversos ferimentos provocados por facadas.
A família de Priscila informou que ela namorava há cerca de um ano e que as brigas eram freqüentes no relacionamento. Segundo o relato da família, o suspeito bebia constantemente. Após o crime, ele teria dito a uma testemunha ter feito uma "besteira", segundo a SSP.
O caso segue sob investigação no DHPP. O delegado responsável pelo caso, Marcos Carneiro deve avaliar se pedirá ou não a prisão do suspeito.
- Redação Terra





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