Entidades de proteção aos animais criticam a lei e pressionam o governo |
De acordo com o jornal Zero Hora, o prazo legal para a decisão vence hoje. Caso o governador não se manifeste, a lei será promulgada pelo presidente da Assembléia, deputado Vieira da Cunha (PDT).
Enquanto na terça-feira, diversas pessoas de entidades ligadas aos direitos dos animais e simpatizantes da causa fizeram uma manifestação em frente ao palácio, ontem foi a vez de cerca de 40 mães e pais-de-santo, babalorixás e ialorixás exigirem que a lei seja promulgada.
O assunto vem gerando um intenso debate, principalmente, na capital gaúcha. Além disso, circulam pela Internet e-mails com abaixo-assinados, que chegariam a 5 mil assinaturas, para pressionar o governo a não aprovar o abate. Outra lista que corre pela Web é com os nomes dos parlamentares que votaram a favor e contra à lei.
Ao jornal, Mãe Norinha de Oxalá disse que "não há crueldade, mas a sacralização de cabritos e galinhas". Débora Pinto, da Protetores Voluntários, ressaltou, porém que "nos rituais, os animais têm morte lenta e sangram até morrer". Somado-se a isso, os defensores afirmam também que os rituais sacrificam cachorros e gatos.
Redação Terra