Quatro dos 11 deputados empossados enfrentaram processos

07 de janeiro de 2009 • 04h43 • atualizado às 05h56

Um levantamento feito junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Supremo Tribunal Federal (STF) e instâncias regionais mostrou que pelo menos quatro dos 11 parlamentares empossados nesse início de ano já enfrentaram processos como acusação por danos morais e até investigação por improbidade administrativa.

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O ex-prefeito de Pelotas (RS) Fernando Stephan Marroni (PT-RS) é um exemplo. Ele foi investigado pelo Tribunal de Justiça do Estado (TJ-RS) porque teria liberado uma empresa de licitação para explorar minério na região. O caso, de acordo com o TJ-RS, foi arquivado.

O deputado José Vieira Lins (PSDB-MA) foi acusado, em 2001, de distribuir passagens de ônibus em troca de votos. Também enfrentou processo por danos morais. Todos estão arquivados por falta de provas. "Tudo já foi julgado e eu venci lá no Maranhão e aqui", disse após a solenidade de posse na Câmara.

Deputado pela sexta vez, João Hermann (PDT-SP) teve a filiação no partido ameaçada em 2006 por receber supostos pagamentos mensais de uma empresa de aviação comercial.

A quebra de sigilo bancário da Brazilian Express Transportes Aéreos (Beta), investigada pela CPI dos Correios por contratos supostamente irregulares com a estatal, teria evidenciado 25 pagamentos a Herrmann, à época em processo de filiação ao PDT. A legenda suspendeu temporariamente a filiação "até a completa elucidação dos fatos".

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