A Polícia Civil investiga o piloto e co-piloto do helicóptero que pegou fogo na tarde de segunda-feira em Itupeva, no interior de São Paulo. O boletim de ocorrência registrado na delegacia informava que os dois haviam sido indiciados por homicídio culposo (sem intenção de matar), mas a Secretaria de Segurança Pública retificou o dado e disse que houve um erro de sistema. O acidente matou o empresário Gilberto Botelho de Almeida Ramalho e feriu os outros cinco ocupantes da aeronave.
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Segundo o boletim de ocorrência, Ramalho ficou preso às ferragens e morreu carbonizado. Câmeras de segurança da Fazenda Ramalho registraram imagens do helicóptero quando tentava pousar na propriedade e começou a pegar fogo. O grupo voltava do litoral para a fazenda, que pertencia ao empresário.
A polícia solicitou cópia da gravação para o inquérito e o Instituto de Criminalística foi acionado. Um tenente da Força Aérea Brasileira também esteve no local para realizar perícia.
Ontem, o Corpo de Bombeiros informou que o piloto está internado em estado grave. O co-piloto, a mulher do empresário, a filha de 15 anos do casal e outra adolescente de 16 anos tiveram ferimentos leves. A corporação havia informado que as duas jovens eram filhas de Ramalho, mas a informação foi retificada.
Redação Terra