Cremesp investiga médico que deu bebê como morto

06 de janeiro de 2009 • 07h35 • atualizado às 07h36

O Cremesp (Conselho Regional de Medicina de São Paulo) vai abrir sindicância para determinar a responsabilidade do médico que diagnosticou equivocadamente uma bebê como morta. Ela foi encontrada quatro horas depois com vida por uma faxineira do hospital estadual Leonor Mendes de Barros, no Belém (zona leste). A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo.

» Sindicância investiga caso de bebê

O conselho disse não ter o nome do médico, mas, nos próximos dias, deve entrar em contato com a Secretaria de Estado da Saúde e com o hospital para identificar o profissional.

Se for comprovado o erro, o médico pode receber uma advertência pública ou confidencial, uma censura (também pública ou confidencial), uma suspensão de até 30 dias ou ter a licença profissional cassada.

Segundo a secretaria, a bebê respira com a ajuda de aparelhos na UTI neonatal. Batizada de Geovanna Vida Góes, a menina nasceu prematura de seis meses, no dia 2 de janeiro, com cerca de 700 gramas.

Redação Terra
 
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