Protógenes diz que não acredita em grampo no STF

23 de dezembro de 2008 • 08h55 • atualizado às 08h58

O delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz disse acreditar que não houve grampo realizado contra o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Ele participou, ontem, do programa Roda Viva, da TV Cultura.

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Protógenes questionou o fato de não ter sido divulgado o áudio da conversa. "Para mim não houve grampo. (...) Cadê o áudio?", afirmou o delegado, que foi afastado das investigações da Operação Satiagraha suspeito de vazar informações sobre a investigação.

A escuta ilegal no gabinete de Mendes veio à tona em uma reportagem da revista Veja que traz a transcrição de um diálogo entre o ministro e o senador, que teria ocorrido no fim da tarde do último dia 15 de julho.

O fato ocorreu na semana seguinte à prisão pela Polícia Federal e posterior concessão de habeas-corpus por Mendes ao banqueiro Daniel Dantas, dono do Banco Opportunity, preso na Satiagraha. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi apontada como a responsável pela gravação da conversa.

Redação Terra
 
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