Marina Mello
Direto de Brasília
Brasil
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Apesar de Temer ter sido escolhido candidato do PMDB após uma decisão praticamente unânime da legenda, Serraglio garante que tem chances de vencer e ressalta que embora muitos tenham a vitória de Temer como certa, o partido pode se surpreender.
"Eu venho ensaiando já tem algum tempo. Para chegar neste ponto é porque me sinto seguro de que tenho fortes chances. Temos muitos deputados sérios e esses, quando forem votar secretamente, votarão com suas consciências", disse.
"Fui candidato a primeiro-secretário avulso e contra duas chapas bem organizadas. Venci, então acho que podemos vencer essa cultura de coisa posta. A urna é secreta e os líderes podem sair surpreendidos", afirmou.
Também concorrem também ao cargo na Câmara o candidato derrotado a vice-prefeito de São Paulo Aldo Rebelo (PCdoB) e o deputado Ciro Nogueira (PP-PI).
Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o lançamento de diversas candidaturas pela disputa das presidências da Câmara dos Deputados e do Senado e disse pensar que "a situação já estava dada".
Pela tradição do Congresso, caberia ao partido com a maior bancada em cada Casa o direito de ocupar as presidências, mas essa regra, em 2009, colocaria o PMDB nos dois postos. Para evitar a ocupação completa dos peemedebistas, o PT tem reivindicado ficar com o cargo no Senado, apontando o senador Tião Viana para o posto.
Redação Terra