A Procuradoria constatou, nas quatro cidades, irregularidades no processo de licitação. Segundo o MPF, as prefeituras convidavam para o processo licitatório as empresas que faziam parte do esquema e, quando estavam presentes empresas que não faziam parte do esquema, adequavam o edital da concorrência.
De acordo com a denúncia, com exceção de dois processos de licitação, a companhia Klass Com. Representações Ltda., que seria uma empresa de fachada e que funcionava no mesmo endereço da empresa Planam, a principal empresa da máfia, ganhou todas as concorrências.
De acordo com as investigações, o ex-prefeito de Itu, Lázaro José Piunti e os membros da comissão de licitação, José Carlos Prévide, Aldemar Negoceki e Eliana Parecida Batista favoreceram a empresa Klass no processo para compra de ambulâncias. Se condenados por fraude, os acusados poderão pegar de dois a quatro anos de prisão mais multa.
A Procuradoria ainda pediu em todas as ações que fossem bloqueados os bens de todos os acusados e a indisponibilidade de imóveis e veículos.
Redação Terra