A defesa de Caroline Pivetta da Mota, jovem de 24 anos detida após ter pichado uma instalação de arte na Bienal, no Ibirapuera, recorreu com um pedido de habeas-corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. Ela já teve dois pedidos de liberdade negados pela Justiça de São Paulo.
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Caroline foi presa em 26 de outubro após o ato durante a abertura da 28ª Bienal de Arte de São Paulo. Ela era a única mulher do grupo de, ao menos, 40 pessoas. A jovem, que está há quase dois meses na Penitenciária Feminina de Santana, em São Paulo, foi enquadrada no artigo 62 da Lei de Crimes Ambientais. Se condenada, pode pegar de um a três anos de prisão.
O pedido de habea-corpus ainda não tem relator definido ou data para ser julgado.
- Redação Terra


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