Morte de médico: polícia faz diligência no litoral

09 de dezembro de 2008 • 15h34 • atualizado em 10 de dezembro de 2008 às 00h35

Fabiana Leal
Direto de Porto Alegre

Rio Grande do Sul


A polícia ouviu nesta terça-feira quatro pessoas, entre elas um médico de Porto Alegre, sobre a morte do vice-presidente do Conselho Regional de Medicina do RS (Cremers), o oftalmologista Marco Antônio Becker. O médico teria atendido Becker há menos de três meses e receitado medicamentos. Além disso, o chefe do Departamento de Investigações Criminais (Deic), delegado Ranolfo Vieira Júnior, foi para o litoral norte do Estado fazer diligências.

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O delegado Rodrigo Bozzeto, da Delegacia de Homicídios, não deu detalhes sobre o trabalho de Vieira Junior fora de Porto Alegre.

Segundo Bozzeto, 23 pessoas foram ouvidas do dia do assassinato do médico até esta terça-feira. Becker foi assassinado com quatro tiros na última quinta, no bairro Floresta, em Porto Alegre (RS).

"Estamos conseguindo descartar algumas hipóteses e outras estão sendo levantadas", disse o delegado. Segundo ele, há equipes trabalhando em Porto Alegre, Grande Porto Alegre e interior do Estado.

Bozzeto disse que o caso é complexo e que a polícia tem recebido várias denúncias anônima. "O processo é complexo em razão do relacionamento da vítima com várias pessoas, tanto na vida profissional quanto na pessoal. Ele tinha pessoas que não gostavam muito dele e isso é público", afirmou.

Redação Terra
 
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