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A licitação foi suspensa na semana passada, após uma inspeção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no Poder Judiciário do Estado verificar "graves deficiências na prestação de seus serviços" do órgão.
De acordo com a Folha, no edital para a compra das peças, o Tribunal de Justiça da Bahia exige que um dos tapetes deve ter procedência "do norte da Turquia", que outro deve ser "da Índia" e que os outros dois devem ser "do Irã". Ressalta ainda que todos têm de ser "de pura lã".
A assessoria de imprensa do Tribunal Bahia informou que o processo foi interrompido. Os assessores disseram que houve erro e que, na verdade, a intenção deles era comprar "tapetes tipo persa", tanto que reservaram "só R$ 21 mil" para isso.
Redação Terra