Realizado pelo Instituto de Ciência Sociais, pelo Departamento de Antropologia e pelo Cento de Pesquisa e Pós-Graduação das Américas (Ceppac), o seminário teve o tema Problemáticas Sociais para Sociedades Plurais: Políticas Indigenistas, Ambientalistas, Sociais e de Desenvolvimento em Perspectiva Comparada.
O organizador do evento e professor da Ceppac, Cristhian Teófilo, disse que o evento foi pensado como a continuidade de outro seminário que também abordou os problemas sociais desses povos. "Mais de dez anos depois, foi possível reunir um grupo de especialistas para debater a diversificação das problemáticas indígenas em diferentes países da América Latina", afirmou.
"A idéia do seminário, apesar de dividir os temas, é ter didatismo. Todos os assuntos estão interligados", informou o professor. Durante o seminário, foram apresentadas pesquisas acadêmicas nas áreas de saúde, educação, segurança pública, justiça e sociologia.
Para a professora de Antropologia da UnB, Lia Zanotta, os desafios enfrentados pelos povos indígenas são enormes, principalmente no que diz respeito à discriminação. "Esse lado discriminatório é muito comum, alguns médicos, por exemplo, se recusam a atender pacientes indígenas", disse.
Agência Brasil