SP: menina esfaqueada em seqüestro está na UTI

20 de novembro de 2008 • 21h39 • atualizado em 21 de novembro de 2008 às 00h28
Os policiais ouviram gritos da criança e correram para a frente da porta do banheiro
Os policiais ouviram gritos da criança e correram para a frente da porta do banheiro
20 de novembro de 2008
Ricardo Boni/Ag. Bom Dia/Futura Press

A menina de 5 anos que foi esfaqueada durante um seqüestro nesta tarde em Mirassol, a 455 km de São Paulo, está na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital de Base de São José do Rio Preto. Segundo a assessoria, ela está consciente, respira sem aparelhos e não corre risco de morrer. O suspeito da agressão é o padrasto.

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De acordo com a PM, Jackson Adriano dos Santos, 22 anos, não aceitou o fim do relacionamento com a mãe da menina, Mirela Quebara, 20 anos, com quem morava há 10 meses. Por volta das 11h45, ainda segundo a polícia, ele invadiu a casa, fez a enteada refém e a ameaçou com uma faca na frente de outras quatro pessoas.

A polícia foi chamada e as negociações duraram cerca de duas horas. Mas, por volta das 14h, os policiais ouviram gritos da criança e correram para a frente da porta do banheiro da casa. "Quando nos preparávamos para iniciar o arrombamento, a porta se abriu e a menina saiu, suja de sangue", contou o capitão Rogério Longhi Santos.

Depois de socorrer a criança, os PMs entraram no banheiro e encontraram Jackson morto com um corte no pescoço. "Pode ser que ele tenha se arrependido e então decidiu se matar e liberar a menina", comentou o capitão.

Redação Terra
 
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