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"Teve muita resistência e chegamos a perder clientes por causa disso. Eles achavam que não podia, que era um lugar tradicionalmente masculino. Mas é a modernidade. As coisas mudam e a gente tem que ir mudando também", justificou o dono do estabelecimento, Valdemar Pereira.
Para o empresário Sebastião Porto, 68 anos, que há 15 é cliente do lugar, a presença feminina não é bem-vinda. "É muita falação. Não dá, vou ter que procurar outro lugar", lamentou.
Já para o desembargador Américo Canabarro, 82 anos, o serviço é o que realmente importa. "Eu venho desde quando prestei concurso para juiz. Gosto muito e não troco", garantiu.
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