Marina Mello
Direto de Brasília
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"Em relação à notícia de que houve quebra de sigilo de telefones nesses autos, sob minha responsabilidade, o que posso fazer de público é negar que isso tenha ocorrido e apontar que essa foi uma invenção de alguém, certamente para tumultuar o processo investigativo", disse ele.
O delegado rebatia a informação, que circulou em alguns veículos de comunicação, de que a PF teria quebrado o sigilo telefônico, sem autorização judicial, de alguns jornalistas que conseguiram acompanhar e filmar a prisão dos envolvidos na Operação Satiagraha.
O delegado solicitou aos deputados da CPI que seu depoimento fosse transformado em sessão reservada, para que ele pudesse prestar outros esclarecimentos sobre o caso que precisam ser mantidos em sigilo.
"Quanto à falsa notícia da quebra de sigilo de telefone de jornalista, eu pleiteei ao Judiciário e obtive autorização para falar em sessão reservada. Aí sim, poderei apresentar a documentação e discorrer a respeito deste tema", afirmou.
O pedido foi aceito pelos deputados e a sessão seguiu reservada.
Redação Terra