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Por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) a empresa tinha o direito de cortar o fornecimento da energia, caso a dívida não fosse paga no prazo determinado.
Ficaram sem luz a sede do governo municipal, no Palácio Anchieta, e os prédios onde ficam as secretarias de Fazenda e de Obras. No total, 23 unidades administrativas estão sem energia.
Em nota oficial, a empresa informou que a distribuidora preservará o fornecimento de energia aos serviços essenciais, como hospitais, escolas, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros e vias públicas.
Na petição enviada à Justiça, a Ampla afirma que sempre se preocupou em preservar os serviços essenciais do município e que, no caso, não haveria a grave lesão à ordem pública alegada pelo município, até mesmo porque a prefeitura estaria utilizando geradores próprios para fornecimento de energia em diversos órgãos.
O último corte de fornecimento de energia por inadimplência da Prefeitura de Magé foi realizado em junho de 2006. Na ocasião, a distribuidora efetuou o corte depois que o município suspendeu o pagamento do parcelamento de um débito no valor de R$ 15 milhões.
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