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O adolescente teve 70% do corpo queimado por ácido e corre o risco de ficar cego. Ele também afirmou à polícia que passou por sessões de tortura e levou choques elétricos. Embora tenha negado o fato, o Exército se comprometeu a pagar o tratamento da vítima.
No dia do crime, o jovem registrou ocorrência na 33ª Delegacia de Polícia (Realengo). Os militares envolvidos disseram ter jogado apenas spray de pimenta no adolescente pelo fato dele ter resistido à apreensão.
O Ministério Público Militar anunciou que iniciou investigações sobre o caso.
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