Um comerciante ouvido pela polícia do Paraná afirmou ter vendido, na tarde de terça-feira, uma mala idêntica a em que foi encontrado o corpo da menina Rachel Genofre, 9 anos, na madrugada de quarta-feira, na Rodoferroviária de Curitiba.
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Com base nas informações do comerciante, a polícia elaborou um retrato falado do suspeito, que só será divulgado caso a polícia não consiga localizar o suspeito nas próximas horas.
Essa é a principal pista com a qual a Delegacia de Homicídios vem trabalhando para tentar desvendar o crime, uma vez que não foram encontradas informações relevantes nas mais de 150 horas de imagens disponibilizadas pela prefeitura das câmeras externas à Rodoferroviária e nem na perícia feita no computador na menina.
A polícia ainda aguarda a perícia no lençol encontrado junto ao corpo, dentro da mala. Há indícios de que o objeto seja de um hotel do centro da capital paranaense.
- Especial para Terra


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