IML: menina achada morta em mala foi abusada

06 de novembro de 2008 • 10h25 • atualizado às 10h27

Roger Pereira
Direto de Curitiba

Brasil


O Instituto Médico Legal (IML) constatou por meio de exame de necropsia que Rachel Genofre, 9 anos, sofreu abuso sexual. Também foram identificadas marcas de mordidas. O corpo dela foi encontrado dentro de uma mala na rodoferroviária de Curitiba, no Paraná, na madrugada de ontem.

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A menina estava desaparecida desde segunda-feira, quando saiu da escola onde estudava, no centro da cidade, para tomar um ônibus de volta para casa. Segundo o IML, a causa da morte foi asfixia e ocorreu na noite de segunda-feira.

O computador que a menina usava foi requisitado pela polícia. Os agentes querem investigar seus últimos contatos. "A menina costumava acessar a Internet. Alguém pode ter marcado um encontro com ela, mas são apenas suposições", disse o delegado Neylor de Lima, da Delegacia de Homicídios, que comanda as investigações. O lençol que envolvia o corpo no momento em que foi achado também será periciado.

A polícia investiga se Rachel chegou a pegar o ônibus na Praça Rui Barbosa. Usuários da linha e o motorista disseram que não viram a menina no horário em que ela voltava para casa.

A mãe de Rachel, Maria Cristina de Oliveira, levava e buscava a menina na escola todos os dias. Porém, depois de separar-se do marido, Michael Genofre, ela conseguiu um novo emprego e não pôde mais acompanhar a filha, que desde maio passou a fazer o percurso sozinha.

Redação Terra
 
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