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Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre estava desaparecida desde segunda-feira, quando deixou a escola onde estudava, o Instituto de Educação, no centro da capital paranaense.
A mala foi encontrada por um passageiro, na madrugada de ontem, embaixo de uma das escadas do setor de transporte interestadual. O corpo estava inteiro, ainda trajava o uniforme do Instituto de Educação, e apresentava sinais de estrangulamento. A vítima estava enrolada em um plástico e em um lençol.
Segundo o delegado Neylor de Lima, da Delegacia de Homicídios, há indícios de violência sexual. "O Instituto Médico Legal (IML) ainda vai examinar e formalizar essa situação". Os pais da criança foram nesta manhã ao Instituto Médico Legal para reconhecer o corpo.
As investigações serão conduzidas em conjunto pela Delegacia de Homicídios e o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), que já vem apurando o desaparecimento da menina.
Rachel morava no Bairro Vila Guaíra, na região sul da cidade e ia sozinha de ônibus à escola. A última vez que foi vista com vida foi no fim da manhã de segunda-feira nas imediações da praça Rui Barbosa, a cerca de 150 m da escola, onde tomava o ônibus para casa.
A Polícia Militar também solicitou à prefeitura as imagens das câmeras que fazem o monitoramento de segurança da Praça Rui Barbosa e das câmeras externas à rodoferroviária. O terminal não tem circuito interno de câmeras que, segundo a prefeitura, está em fase de licitação.
Redação Terra