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A previsão do sindicato é de que nas agências, a greve que começou no centro da capital paulista se estenda no decorrer do dia para as demais regiões. "Apesar da ação policial, medidas judiciais, constrangimento para tentar obrigar os bancários a voltarem ao trabalho, a categoria mantém uma greve forte. Enquanto a Fenaban não apresentar uma proposta que corresponda às reivindicações dos trabalhadores, a greve continua", disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban), orgão que abriga a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), informou que ainda aguarda uma contraproposta da categoria para abrir a negociação, uma vez que o reajuste de 7,5% oferecido em 24 de setembro foi recusado.
Os bancários reivindicam aumento real de 5%, além de reposição de 7,15% relativos à inflação, valorização do auxílio-creche de R$ 415, vale-refeição de R$ 17,50 por dia, além de participação nos lucros e resultados da empresa.
À tarde, por volta das 17h, a assembléia dos trabalhadores se reúne na Quadra dos Bancários, no centro da capital paulista, para avaliar a paralisação e definir os rumos da greve.
Redação Terra