Daniel Gonçalves
Direto do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
» STJ mantém prisão de viúva de Renné
» Briga por bens de Renné continuam
» vc repórter: mande fotos e notícias
Renné Senna foi morto no dia 7 de janeiro de 2007, com quatro tiros na cabeça, em um bairro no município de Rio Bonito (RJ). Ronaldo Amaral de Oliveira, Anderson Silva de Souza e Ednei Gonçalves Pereira respondem pelos crimes de homicídio qualificado, traição de emboscada ou dissimulação, homicídio qualificado mediante paga ou promessa de recompensa e concurso material.
Para este julgamento, estavam previstos os depoimentos de 23 testemunhas. O motivo do adiamento foi o pedido de habeas-corpus feito na segunda-feira pelo advogado que defende Pereira, Julio Braga. Ele solicitou a inclusão de contas de telefone como novas provas no processo. Segundo Braga, os documentos são essenciais para a defesa do acusado, já que provariam que Ednei não estava no município de Rio Bonito no dia do crime.
Essa é a segunda vez que o julgamento é cancelado, já que, inicialmente, ele estava marcado par ao dia 4 deste mês. Na ocasião, também houve um pedido de habeas-corpus feito por outro advogado, para a inclusão de novas provas.
Os outros três acusados, incluindo a viúva de Renné, Adriana de Souza Almeida, ainda não tiveram julgamento marcado, já que recorreram da sentença de pronúncia.
Tumulto
Ao chegar ao Primeiro Tribunal do Júri, no centro do Rio de Janeiro, um dos acusados causou tumulto. Ronaldo Amaral de Oliveira entrou no local empurrando fotógrafos e cinegrafistas. Oliveira, que estava algemado, disse aos gritos que é inocente e que a imprensa não deveria estar presente.
Redação Terra