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 Para Tarso, oposição teme apoio de Lula nas candidaturas
06 de setembro de 2008 16h36 atualizado às 21h49

Tarso defendeu a aliança entre Marta e Aldo Rebelo (PCdoB), que disputam a prefeitura de São Paulo como prefeito e vice, respectivamente . Foto: Daniel Biasetto/Especial para Terra

Tarso defendeu a aliança entre Marta e Aldo Rebelo (PCdoB), que disputam a prefeitura de São Paulo como prefeito e vice, respectivamente
Foto: Daniel Biasetto/Especial para Terra

O ministro da Justiça, Tarso Genro, comentou a ameaça da oposição de processar os ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que participam de campanhas eleitorais pelo Brasil. "Entrar na Justiça é um direito subjetivo. Essa ameaça da oposição é uma tentativa de neutralizar os candidatos. Esse medo é a prova que eles reconhecem o prestígio do presidente Lula e de toda a sua equipe de governo", argumentou. A campanha do candidato à prefeitura de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) já confirmou que entrará na Justiça contra a participação da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, no programa eleitoral da adversária Marta Suplicy (PT).

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Tarso ainda defendeu a aliança entre Marta e Aldo Rebelo (PCdoB), que disputam a prefeitura de São Paulo como prefeito e vice, respectivamente. Para o ministro, a dupla é a melhor opção para resolver os problemas da periferia.

Tarso também criticou a dificuldade que, segundo ele, o Estado de São Paulo tem para compreender os projetos do governo federal. "No Rio Grande do Sul, vamos fazer o dobro das prefeituras do que em outras regiões. Nossa política vem do velho trabalhismo. A cidadania mais politizada do Sul foi responsável por lançar as bases do nosso projeto. E São Paulo precisa entrar de vez nessa empreitada. São Paulo de braços dados com o Brasil pode revolucionar o País", afirmou.

Grampo
Tarso Genro não quis falar sobre a crise dos grampos. Ele preferiu deixar que as investigações falem por si. "É uma questão técnica que eu não posso comentar, mas haverá uma conclusão das investigações entre 30 e 60 dias", disse.

Especial para Terra