Segundo Jakson César Batista, vítimas teriam sido mortas em uma espécie de ritual |
Hermano Freitas
Direto de São Paulo
São Paulo
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Ainda de acordo com Batista, as supostas vítimas de Rodrigues, que chegam a cinco, sendo quatro em Guarulhos e uma em Belo Horizonte, teriam sido mortas em uma espécie de ritual. "Ele escolhia a vítima, sempre usuária de crack, consumia droga com ela em um local, às vezes escolhido pela própria vítima, depois a matava - sempre por asfixia -, a despia e ficava no local admirando o corpo", disse.
O delegado afirmou que o suspeito alega ter cometidos os crimes sob efeito da droga e não esclarece as motivações. "Ele alega que, 'careta', não teria coragem de fazer o que fez." Batista não descarta que o suspeito seja parcialmente incapaz de responder pelos seus atos, pois "alterna momentos de lucidez com outros de desvario".
O suspeito ainda não passou por avaliação psiquiátrica e a polícia não tem previsão para que ele seja examinado. "Nosso objetivo é identificar as vítimas e amealhar provas. Vamos esgotar esta primeira fase para seguir adiante", disse Batista.
O delegado disse que considera difícil que o suspeito tenha cometido 50 crimes, como chegou a ser divulgado pela polícia anteriormente. Ele atribui um mal entendido à informação. Batista disse que Rodrigues é foragido do Centro Socioeducativo de Belo Horizonte.
Segundo as denúncias feitas nesta sexta-feira, o primeiro assalto teria acontecido no dia 20 de agosto de 2007. Foram levados documentos, um celular e R$ 10. O segundo roubo teria sido no dia 10 de novembro e, neste, Rodrigues, teria levado apenas um celular.
Redação Terra