O advogado Alan Bousso, que trabalha na defesa de Salvatore Cacciola, negou que o ex-banqueiro teria almoçado lagosta no presídio de Bangu 8, no Rio de Janeiro. Segundo Bousso, essa informação não é verdadeira, pois seu cliente tem alergia a frutos do mar.
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Bousso disse que a defesa está confiante com o julgamento de um pedido de habeas-corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Hoje, o ministro Nilson Naves concedeu decisão favorável ao ex-banqueiro, empatando o julgamento em 1 a 1.
A Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) abriu sindicância para apurar denúncias de que Cacciola não estaria comendo os mesmos pratos que os outros presos. Ele teria comido lagosta e salmão encomendados em um restaurante da Barra da Tijuca.
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, cobrou rigor nas investigações. "O que vale para Chico também vale para Francisco", disse.
- Redação Terra

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