Garibaldi: PMDB deve continuar junto ao PT em 2010

25 de agosto de 2008 • 14h41 • atualizado às 16h02

Hermano Freitas
Direto de São Paulo

Brasil


O presidente do Senado, Garibaldi Alves, afirmou que a tendência para as eleições de 2010 é de que seu partido, o PMDB, permaneça coligado com o PT. De acordo com ele, isso deve acontecer, principalmente, em virtude da carência do partido em nomes para disputar a corrida presidencial.

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"Se o PMDB tivesse um grande nome, deveria entrar na briga, mas não tem. O Sérgio Cabral (governador do Rio) não tem essa densidade (eleitoral)", disse Garibaldi, no encontro Grupo de Líderes Empresariais: tensão entre os Poderes, em São Paulo.

Ao mesmo tempo em que afirma que sua legenda deverá seguir aliada do PT, o senador do Rio Grande do Norte criticou o partido, associando-o a escândalos de corrupção, como a suspeita de envolvimento do secretário de Assuntos Institucionais, Romênio Pereira, em desvio de R$ 700 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "Para mim não foi surpresa, o PT manchou sua história depois do mensalão. Mais um, menos um (escândalo de corrupção) não é de estarrecer ninguém", disse.

Perguntado se ele gostaria de ter o nome do governador de Minas Gerais, Aécio Neves, no PMDB, Alves limitou-se a dizer: "se ele entrar, garanto que não será um passo em falso".

Redação Terra
 
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