Marina Mello
Direto de Brasília
São Paulo
» Justiça foi feita, diz mãe de estudante
» Promotor acusado de morte perde cargo
» vc repórter: mande fotos e notícias
Como Ernando Uchoa, um dos conselheiros, havia pedido vistas, a decisão final sobre o caso foi adiada para esta segunda-feira. Nesta tarde, Uchoa votou a favor da efetivação de Schoedl como promotor, mas como a maioria dos membros do conselho não concordou com ele, prevaleceu decisão inicial.
Uchoa alegou em seu voto que Schoedl não poderia deixar de ser efetivado como promotor por causa de não ter concluído seu estágio probatório. Para ele, Schoedl já havia cursado tempo suficiente e sob esse argumento merecia sim ser efetivado.
Com isso, Schoedl que teria seu caso julgado na próxima quarta-feira pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) pelo fato de ser promotor, agora terá que responder ao processo na Justiça comum.
O Conselho decidiu que o Ministério Público de São Paulo deverá ser avisado o mais rápido possível sobre a decisão de que Schoedl não foi efetivado como promotor. O caso dele será julgado pelo Tribunal do Júri.
Redação Terra