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Deco se disse vítima de perseguição política e afirmou que está à disposição da Polícia Civil para esclarecer o caso. Até agora, a Câmara não foi notificada de nenhum processo contra ele. O Regimento Interno da casa não prevê cassação nesses casos.
Com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que candidatos com ficha-suja poderão se candidatar, cabe às legendas tentar evitar a eleição de pessoas suspeitas de crimes.
A presidente do partido de Deco no Rio, o PR, Lilian Sá, afirmou ontem que a situação do vereador acusado será analisada pelo diretório nacional da sigla em Brasília. O caso já está sendo debatido por Lilian e pelo deputado federal Sandro Matos, presidente regional do PR no Rio.
"Ficamos sabendo dos crimes pela imprensa, já que, quando pedimos ao Tribunal Regional Eleitoral as certidões do candidato, vieram negativas. Agora, com as notícias, vamos aguardar para apurar os fatos. Qualquer decisão (sobre a expulsão de Deco) terá que passar pelo diretório regional e nacional", afirmou Lilian.
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