Girafa observa agentes do Ibama e da Polícia Militar Ambiental durante operação realizada no Le Cirque, em Brasília |
» DF: circo é multado em R$ 28 mil 
» Apreensão em circo acaba em pancadaria 
» vc repórter: mande fotos e notícias
A operação foi baseada em um laudo preparado pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e pelo zoológico de Brasília havia constatado as condições dos animais em 31 de julho. Segundo o documento, "(o circo) não apresenta condições mínimas de segurança, nem o mínimo adequado de nutrição, saúde e conforto aos animais, incidindo em maus-tratos".
Ainda de acordo com o laudo, os animais não tinham nem o espaço necessário recomendado. Um hipopótamo, por exemplo, ficava em um tanque de 8 m² com 1 m de profundidade, quando o mínimo recomendado por instrução do zoológico é 150 m² com 1,5 m de profundidade.
O Ibama afirma que circo já estava embargado, mas funcionava devido a uma liminar da Justiça.
"Todos os animais que estão no circo entraram no País com autorização, todos são documentados e têm autorização do Ibama para entrar e estar no Brasil", e não teria como se desfazer de animais que estão no circo há mais de 50 anos, afirmou Ricardo Gondor Junior, gerente do Le Cirque.
"Maus tratos são o que eles (fiscais) fizeram, apreenderam esses animais, que ficaram três horas sem água", disse o advogado do circo, Luiz Sabóia. Ele alega que um laudo do Ibama de Minas Gerais já atestou que não há maus tratos no circo contra os animais.
Com informações da Agência Brasil.
Redação Terra