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O tenente Vinícius Ghidette de Morais, principal acusado e chefe do grupo, responderá por organização de grupo para prática de violência, aliciamento para motim ou revolta, recusa de obediência e prevaricação. Se condenado, ele pode pegar até 16 anos de prisão.
Os demais acusados responderão pelo crime de organização de grupo para prática de violência.
O motivo para os militares entregarem os jovens no morro rival teria sido um desacato cometido pelas vítimas ao serem abordadas quando voltavam de um baile funk. Os militares faziam o patrulhamento das obras do projeto Cimento Social, que ocorrem desde dezembro do ano passado na favela.
Redação Terra