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Os pedidos de habeas-corpus alegavam que os dois réus são primários, com bons antecedentes, residência fixa e ocupação lícita. A juíza Andrea Esmeraldo destacou que a decisão da primeira instância está bem fundamentada, pois há diversas provas e indícios de autoria contra os réus.
A magistrada destacou que a liberdade deles poderia comprometer o depoimento das testemunhas. Por questões de segurança, os depoimentos estão sendo realizados por meio de videoconferência, já que os moradores do morro da Providência estariam com medo de ficar cara a cara com os militares.
A juíza aguarda que uma lei que regulamenta a videoconferência entre em vigor no dia 9 de agosto. Depois disso, ela marcará a data dos depoimentos das testemunhas.
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