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Atualizada às 09h33
Os contratos, ao todo, superariam os R$ 2,3 milhões anuais. De acordo com o Estado, as empresas teriam um aparato inferior à estrutura de comunicação do próprio Senado e, na maioria dos casos, apenas reproduziriam informações produzidas pelo Legislativo.
Uma das empresas seria a Paraíba Internet Graphics Ltda (www.paraiba.com.br), a mesma responsável pelo site do próprio senador (efraimmorais.com.br). Conforme o jornal, Efraim não respondeu às ligações para comentar o caso. O presidente da Casa, Garibaldi Alves (PMDB-RN), e o secretário-geral, Agaciel Maia, também não foram localizados.
A assessoria de Efraim afirmou que o portal com o banner do Senado traz um link que remete ao site da instituição, como fazem outras empresas de comunicação que tratam o serviço do Senado como de utilidade pública.
Redação Terra
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