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Atualizada às 09h21
» SP: PF prende 14 por interceptar escuta
» PF combate violação de segredo judicial
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Sobrinho negou as acusações. A PF aponta que ele trabalharia para empresários, banqueiros, políticos e policiais.
Os três foram indiciados por quebra de segredo de Justiça, interceptação clandestina de comunicações telefônicas e formação de quadrilha. O delegado deve cumprir prisão temporária de cinco dias.
Na quarta-feira, a PF havia prendido, durante a Operação Ferreiro, 14 pessoas acusadas de participarem de uma organização criminosa suspeita de quebrar segredo de Justiça em processos com interceptação telefônica, de acessar dados cadastrais de clientes de operadoras e dos extratos de chamadas de terminais telefônicos. O número de mandados de prisão expedidos pela Justiça foi de 17. Duas pessoas ainda não foram encontradas.
A Polícia Federal concluiu que, além da varredura física das linhas interceptadas, o grupo fazia a verificação dentro de cinco operadoras de telefonia, com a ajuda de pessoas que tinham acesso às informações de documentos oficiais da PF nas companhias.
Para obter a informação, o interessado procuraria o chefe da quadrilha, que entrava em contato com o membro infiltrado dentro da companhia telefônica e que tinha acesso às informações sigilosas de processos de interceptação telefônica.
Para o serviço de varredura em cada linha telefônica, a organização cobraria R$ 3 mil, e para cada 15 dias de interceptação clandestina, R$ 15 mil. Os dados bancários como movimentações financeiras, saldo em conta corrente, além de dados cadastrais do titular da conta, seriam utilizados pela quadrilha para diversos fins.
Redação Terra
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