» Consórcio culpa solo e imprevisto
» IPT: consórcio e Metrô falharam
O documento, de 15 páginas, diz que o IPT "desconhece procedimentos e não tem experiência ou habilidade para buscar ou saber obter dados sobre o andamento dos serviços".
Mesmo com a medida, promotores do Ministério Público Estadual (MPE) marcaram uma reunião na quinta-feira para discutir a questão. "Se o Metrô tinha condições de fazer uma análise sobre o acidente, não precisava ter contratado o IPT", argumentou, ao jornal, o promotor Arnaldo Hossepian Júnior, um dos responsáveis pelo inquérito policial que apura o acidente.
Redação Terra