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Segundo a defesa de Cacciola, pelo acordo, o ex-banqueiro só pode ser julgado pelo processo pelo qual foi requerida sua extradição. No processo em questão, Cacciola foi condenado em primeira instância - na 6ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro - por gestão fraudulenta. A condenação aconteceu em 2005.
Além deste, existe um processo contra Cacciola na 5ª Vara Criminal Federal do Rio por gestão temerária de instituição financeira e empréstimo vedado, e um terceiro, na 2ª Vara Criminal Federal do Rio, por emissão de debentures sem lastro.
"O Brasil tem que cumprir o que assinou, sob pena de perda de credibilidade junto aos órgãos internacionais", afirmou o advogado Carlos Ely Eluf. "A documentação será apresentada na 5ª Vara Criminal Federal do Rio."
JB Online