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Rio: pai de engenheira desaparecida critica perícia

14 de julho de 2008 19h34

O pai da engenheira de produção Patrícia Franco, 24 anos, Antônio Celso Franco, criticou o trabalho da polícia ao preservar o carro de sua filha. O veículo foi encontrado há cerca de um mês, no canal de Marapendi, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. A engenheira desapareceu. "Nós chegamos lá e todo mundo mexia no carro, pegava as coisas dentro do carro", disse o pai.

Franco contou ainda que nunca acreditou que a filha tivesse caído na água. A polícia investiga a suspeita de que dois PMs atiraram contra o veículo da vítima e sumiram com o corpo da jovem. Exames encontraram sangue na viatura utilizada pelos suspeitos, mas ainda não confirmaram se é de Patrícia.

A mãe da engenheira, Tânia Branco de Franco, tem esperanças de que a filha esteja viva. "Só você passando por isso para sentir como é horrível. Ela é minha princesinha. Eu quero ela de volta para mim", disse. Os pais de Patrícia Franco estiveram hoje na delegacia Anti-Seqüestro, no Leblon, na zona sul do Rio. Amanhã, eles devem se encontrar com o governador Sérgio Cabral para pedir mais agilidade nas investigações.

Redação Terra