Paulo Roberto do Amaral (dir.), pai do menino João Roberto, chora em frente ao Hospital Copa D'or |
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O anúncio foi feito pelo médico Arnaldo Prata, chefe da pediatria do hospital. O procedimento de realizar dois exames para comprovar a morte cerebral é exigência prevista em lei.
Mais cedo, o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, admitiu, em entrevista coletiva, que o episódio "demonstra uma falta de preparo e critério" dos policiais. Ele classificou a ação como desastrosa e pediu desculpas aos familiares da criança.
Beltrame desmentiu a versão dos dois policiais militares envolvidos de que o veículo em que estavam o garoto, o irmão e a mãe, teria cruzado uma perseguição envolvendo uma viatura e um carro com quatro bandidos. O secretário de Segurança confirmou a versão de testemunhas de que os policiais atiraram no carro da família por engano.
"O que houve foi exatamente a confusão. Essa explicação ela vai ser dada no inquérito. A tese dos policiais não é suficiente". Beltrame informou que os dois PMs estão presos administrativamente no 6º Batalhão (Tijuca), onde são lotados.
Redação Terra