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» Alencar apoiou Cimento Social no Rio
» AGU recorre contra embargo de obras
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"A empresa estima que sejam necessários cerca de R$ 250 mil para concluir a primeira fase do projeto, ainda em andamento. Estamos lutando para não prejudicar a vida dos moradores. Mas não dá mais para trabalhar em esquema de mutirão", informou o administrador da obra, Vander Oliveira Dantas.
Vander explicou que o repasse da verba era feito após vistoria dos engenheiros do Exército que mediam a evolução da obra.
"Em média, recebíamos de R$ 80 mil a R$ 100 mil por semana", acrescentou Vander.
Contrapondo a justificava do TRE ao embargar a obra - de que o contrato entre os ministérios fora firmado este ano, o que é ilegal segundo a Justiça Eleitoral - a construtora ganhou a licitação em outubro do ano passado, e o contrato foi assinado no dia 5 de dezembro do mesmo ano.
"Temos esperança de que esse quadro se reverta. Não podemos demitir 150 operários", concluiu o administrador.
Ainda sobre a falta de verba, Vander disse que o dinheiro depositado no fundo de investimento, criado pela Secretaria Municipal de Ação Social para receber doações de empresários e ajudar na conclusão das obras, ainda não foi repassado.
A secretaria divulgou nota informando que, para liberar a quantia de R$ 100 mil já arrecadada, só depende de uma solicitação da associação de moradores.
Três comissões da Câmara Federal - Direitos Humanos, Segurança Pública e Defesa Nacional - marcaram uma audiência pública com o ministro da Defesa, Nelson Jobim, às 10h de hoje, para ouvir explicações sobre a legalidade da ocupação do morro da Providência pelo Exército.
Desde o início do projeto, foram repassados cerca de R$ 3 milhões do Ministério das Cidades para o da Defesa. O Exército, que prometeu devolveu à pasta das Cidades os repasses que ainda não foram aplicados no Cimento Social, informou que "os estudos e a coordenação decorrentes e necessárias estão sendo realizados e não há, ainda, a confirmação da data e do saldo final a ser recolhido".
JB Online
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